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CITROËN GARANTE LIDERANÇA DO MERCADO DE VEÍCULOS COMERCIAIS LIGEIROS

2 Fevereiro, 2021 / 0 Comentários / 115 / Blog
  • A CITROËN foi a Marca em que os clientes profissionais portugueses mais apostaram no mês de janeiro, comercializando um volume de 361 unidades, divididas pelos modelos Berlingo Van – proposta com o selo “Made in Portugal” –, Jumpy e Jumper.
  • De acordo com as estatísticas do primeiro mês de vendas deste ano, a marca francesa encimou o mercado dos Veículos Comerciais Ligeiros e alcançou uma quota de mercado de 17,21%, ou seja, registando uma subida significativa de praticamente 2 p.p. de quota face ao mês homólogo de 2020, num mercado que teve uma quebra de 19%.
  • Este desempenho sublinha a validade da aposta da marca do double chevron em modelos Comerciais de nova geração, bem apetrechados tecnologicamente, com vastas soluções de modularidade e capacidade de carga útil, que contribuem para elevados níveis de produtividade, numa gama VCL que começará a ser substancialmente enriquecida com as respetivas versões eletrificadas, já a partir do próximo mês.

A CITROËN iniciou o ano de 2021 no lugar de topo do mercado dos Veículos Comerciais Ligeiros, espelhando, assim, a preferência dos clientes profissionais portugueses pelo mérito dos produtos e serviços da marca, destinados a facilitar a realização dos seus negócios e a garantir-lhes os maiores índices de produtividade e os menores custos operacionais.

Marca referencial no mercado português, a CITROËN, contando com o profissionalismo da sua Rede de Concessionários, comercializou um total de 361 veículos comerciais ligeiros, volume que se dividiu pelos modelos Berlingo Van – proposta com o selo “Made in Portugal”, produzido no Centro de Produção do Grupo em Mangualde – com 312 unidades, pelo Jumper (36) e pelo Jumpy (13). Alcançou, assim, uma quota de mercado de 17,21%, no que representa uma subida de praticamente 2 p.p. face a janeiro de 2020 (15,26%).

Apesar da atual situação sanitária em que vivemos, as vendas dos Comerciais Ligeiros da CITROËN têm um desempenho melhor do que o do restante mercado, num contexto em que as atividades da distribuição reforçam a sua importância, decorrente da cada vez maior necessidade de transportar conteúdos entre os diversos hubs de distribuição nacionais, como também de se levarem os mais diversos bens até casa das pessoas que, impedidas de se deslocarem aos seus locais de compras habituais, apostam cada vez mais no comércio online.

Para melhor consolidar esse desempenho nesta vertente de negócio tão importante, a CITROËN prepara o lançamento de novos reforços que irão começar a chegar ao mercado já a partir do final do presente trimestre.

O primeiro exemplar VCL dessa sua ofensiva elétrica foi o novo ë-Jumpy – recém-distinguido com o título de ‘Comercial Internacional’ do Ano – e terá o seu próximo capítulo com o novo ë-Jumper, a que se seguirá, finalmente, o ë-Berlingo Van, o mais representativo dos furgões compactos. No final de 2021, toda a gama de Veículos Comerciais Ligeiros CITROËN passará a contar com uma proposta 100% eletrificada.

Reforce-se que a gama 100% ëlectric da CITROËN garante, também, todas as vantagens das respetivas versões térmicas em termos de estilo, robustez, dimensões, volume útil e carga útil, ou mesmo ao nível da oferta de equipamentos práticos para os profissionais. Fruto da eletrificação destes furgões compactos, os utilizadores individuais e empresariais ganham total liberdade de acesso a zonas restritas, em especial aos centros urbanos e às suas zonas “zero emissões”. Podendo cumprir maiores distâncias, os diferentes modelos contam com um ampliado conforto de utilização, graças aos elementos de comodidade e de ausência de ruído, complementados pela ausência de emissões de CO2 que reduz a pegada ambiental.

Memórias do passado:
Modelos Mazda elevados ao estatuto de clássicos

28 Janeiro, 2021 / 0 Comentários / 73 / Blog
  • Descobrir os diferentes e apelativos modelos Mazda que passaram a estar elegíveis para o estatuto de clássico.
  • Do icónico Mazda MX-5 “NA” e outras propostas “MX”, ao urbano Mazda 121.
  • Subjacente a todos e desde sempre está a filosofia Jinba Ittai, sublinhando o prazer de condução Mazda.

Lisboa, 28 Janeiro 2021. Os automóveis atuais são, indiscutivelmente, mais seguros, mais confortáveis e mais eficientes do que os seus antecessores, nascidos há algumas décadas. Apesar disso, há algo de único e de extraordinário quando nos sentamos ao volante de um automóvel clássico. É toda uma experiência que desperta os sentidos, levando-nos a revisitar uma era em que os habitáculos eram mais espartanos e a condução era uma habilidade, uma era em que os sistemas de navegação1 eram conhecidos, simplesmente, por mapas e a tecnologia de segurança activa, os ecrãs táteis e os smartphones não eram mais do que pura ficção.

O apelo intrínseco do universo dos automóveis clássicos é muito abrangente e está bem patente um pouco por toda a Europa. Dele fazem parte, não só os chamados petrolheads, como também os entusiastas da engenharia, do design e da própria história do automóvel. Mas qual é o seu fascínio? Os veículos clássicos destacam-se pelo seu estilo distinto, permitindo que um indivíduo marque uma posição relativamente à sua personalidade e gostos, bem como no que diz respeito à sua própria atitude perante a condução. Permitem, ainda, o contacto de pessoas que têm em comum essa mesma cultura, reunindo-se numa comunidade que promove encontros regulares aos fins-de-semana, seja em exposições de veículos clássicos, em provas de ralis e/ou regularidade ou em qualquer outro tipo de evento. É, também, uma forma de relembrarem a sua própria juventude, associando, inevitavelmente, os seus automóveis a momentos marcantes das suas vidas. E, para além disso, quem é que se esquece daquele que foi o seu primeiro carro?

Alguns modelos podem, ainda, valorizar-se no mercado dos usados ou dos coleccionadores. Os automóveis clássicos conseguem ser, por vezes, económicos a nível de utilização, pois podem usufruir, consoante o país, de um imposto de circulação mais reduzido, de seguros mais acessíveis ou até de determinadas isenções de restrições de circulação em zonas de baixas emissões. Na União Europeia, para que um automóvel possa ser considerado um clássico, deverá ter, pelo menos, 30 anos, assim como deverá estar em boas condições de conservação, ou seja, o mais original possível.

A Mazda foi a primeira marca a disponibilizar um sistema de navegação por GPS integrado nos seus automóveis. O topo de gama Eunos Cosmo, um coupé desportivo de motor rotativo, foi o primeiro a recebê-lo, em 1990.

Estatuto de clássico: O momento-chave

São vários os modelos da Mazda que têm atingindo os 30 anos de vida, factor que lhes abre as portas a esse estatuto de clássico. Cada um deles tem contribuído, à sua maneira, para a história e evolução do automóvel, tendo ajudado a definir toda a herança e alma da Mazda.

O Mazda MX-5 é, talvez, o modelo que melhor representa essa herança e a essência da marca japonesa. Inspirado nos económicos roadsters das décadas de 1950 e ‘60, a Mazda desenhou a primeira geração do MX-5 (“NA”) incorporando-lhe a tradicional relação de condução – Homem e máquina como um todo – de acordo com o princípio Jinba Ittai. Quando o “NA” foi lançado na Europa em 1990, o modelo esgotou quase de imediato, deixando muitos compradores em lista de espera durante um ano, para finalmente conseguirem o seu exemplar. Nesse ano foram vendidas cerca de 14.000 unidades na Europa, incluindo 2.290 exemplares de uma edição limitada com carroçaria pintada na cor British Racing Green, naquela que foi a primeira Edição Especial do MX-5 para a Europa.

Graças ao seu design e construção de baixo peso, ao seu imbatível e divertido comportamento dinâmico e preço acessível, o MX-5 fez renascer um segmento de mercado virtualmente extinto. De facto, viria a tornar-se no veículo de dois lugares mais popular de sempre, tendo, presentemente, vendas acumuladas de mais de 1,1 milhões de unidades, divididas pelas suas quatro gerações. Elogiado pela sua pureza e fiabilidade, o “NA” é, ainda hoje muito popular, sendo uma presença habitual em eventos de modelos clássicos um pouco por toda a Europa e representa o núcleo de uma coesa e vasta comunidade global dedicada ao MX-5, representada por inúmeros clubes que se dedicam, em exclusivo, ao automóvel considerado por muitos como aquele que proporciona “a melhor média de sorrisos por cada 100 quilómetros”. Não é por acaso que a Mazda desenhou a atual geração (“ND”) de forma a representar aquilo que os fãs mais apreciam no MX-5 “NA”, o original.


Gama MX: revigorante e pouco convencional

Depois do MX-5, surgiram na Europa dois novos modelos da família “MX”, com a revelação do Mazda MX-3 e do Mazda MX-6 no Salão de Frankfurt de 1991. Normalmente utilizada por concepts e protótipos da Mazda, a denominação “MX” sempre se destacou por ser aplicada em projetos especiais da Mazda e estes coupés de produção, pouco convencionais, não eram excepção.

Diferenciando-se de outros coupés desportivos médios em termos de equipamento premium e tecnologia, o MX-6 estava disponível com um sistema opcional de quatro rodas direcionais e com um motor V6 com 24 válvulas. Já o mais pequeno e económico MX-3 atraiu um grande número de compradores, num compacto “2+2” que se destacava pela sua dinâmica de referência e pelo seu rotativo motor V6, com 1.8 litros de cilindrada, de 133 cavalos, à altura o mais pequeno motor V6 de produção do mundo. Cumpria a aceleração dos 0 aos 100 km/h em cerca de 8,5 segundos e superava os 200 km/h de velocidade máxima.

No formato coupé, a designação “MX” mantém-se no presente, através do roadster MX-5 (soft-top e RF), alargando-se ao recém-lançado Mazda MX-30, um distinto crossover que é, também, o primeiro modelo 100 por cento eléctrico da Mazda1.

1 Mazda MX-30 eSkyactiv (WLTP, combinado): Consumo: 19 kWh/100km; Emissões de CO2: 0 g/km. Os veículos são homologados de acordo com o procedimento de aprovação WLTP (Regulamentação (EU) 1151 / 2017; Regulamentação (EU) 2007/715).

Os modelos de cunho ainda mais desportivo fazem parte do ADN da Mazda, tal como o próprio motor rotativo, cuja compacidade e relação peso/potência o tornavam ideal para a máxima performance e para o mundo da competição. De facto, ambos são inseparáveis desde que a Mazda lançou o seu primeiro modelo com motor rotativo, o Cosmo Sport/110S de 1967. No mundo da competição, a marca viria a dominar a sua classe no campeonato IMSA, bem como noutros eventos, principalmente através do desportivo RX-7, originalmente apresentado em 1978, o modelo com motor rotativo mais vendido de sempre.

Em 1991, no seguimento da impressionante vitória alcançada nas 24 Horas de Le Mans, a Mazda lançou o mais rápido, mais potente e mais ágil RX-7 de produção. Conhecido como “FD”, a terceira geração do RX-7 herdou a reputação dos seus antecessores – a segunda geração “FC”, produzida entre 1985 e 1991, e a primeira geração, com a designação “SA/FB RX-7”, em produção entre 1978 e 1985 – e utilizava um melhorado motor twin-turbo com uma potência de 239 cavalos2. Assim, o “FD” declarava uma relação peso/potência de apenas 5,2 kg/cv, permitindo-lhe uma performance digna de um supercarro e rivalizar com modelos muito mais caros. O seu design intemporal continua, ainda hoje, a destacar-se entre os demais.


Simplicidade sem idade e fiabilidade lendária

Para muitos, o apelo dos automóveis clássicos está na simplicidade do seu design e na tecnologia empregue, mas os modelos de maior volume de produção da Mazda possuem, também eles, um charme muito próprio.

Tomemos como exemplo o Mazda 323. Antecessor do atual Mazda3, o modelo foi lançado na Europa em grande estilo, através de duas unidades que ligaram a cidade de Hiroshima ao Salão de Frankfurt de 1977, numa viagem de cerca de 15.000 quilómetros que durou 40 dias, durante a qual não se registaram quaisquer avarias. A sua lendária fiabilidade e versatilidade fizeram do 323 um dos modelos de importação mais populares na Europa, registando um recorde de vendas em 1991 para um modelo japonês na Alemanha.

Este compacto estava disponível em vários formatos de carroçaria, incluindo um 323F mais desportivo mas igualmente familiar, um coupé de cinco portas com faróis escamoteáveis (tal como a primeira geração do MX-5), juntamente com as carroçarias hatchback, berlinae carrinha. A Mazda comercializou-o no continente europeu, inclusivamente, uma versão com motor turbo e tração integral baseada nos seus bem-sucedidos modelos de ralis, com diferenciais autoblocantes e uma potência de 185 cavalos, unidades que são agora muito procuradas por colecionadores.

Bem mais simples, mas igualmente distinto à sua maneira, o Mazda 121, lançado em 1991, era um pequeno compacto urbano de design simpático, cujo tejadilho arredondado escondia um habitáculo surpreendentemente espaçoso. Contava com soluções práticas como o banco traseiro deslizante, operável quer pela frente, quer pela bagageira, e um opcional tejadilho de abrir elétrico em tecido, que se podia recolher a partir da frente, de trás, ou em ambos os sentidos simultaneamente.


Aprender com o passado

Entrar para o habitáculo de um destes modelos é como que dar início a uma viagem no tempo. Muitas coisas mudaram para melhor ao longo dos últimos 30 anos, não há dúvidas, mas os designs mais clássicos continuam a ter a capacidade de nos ensinar sobre tudo aquilo que entusiasma as pessoas, como os habitáculos inteligentes e espaçosos, a sua elegante simplicidade, bem como uma divertida e envolvente experiência de condução, elementos de que a Mazda nunca abdicou.

2 A potência viria, mais tarde, a subir para 250-280 cavalos.

CITROËN Ë-JUMPY ELEITO
“INTERNATIONAL VAN OF THE YEAR 2021”

17 Dezembro, 2020 / 0 Comentários / 111 / Blog

  • Após a distinção alcançada pelo Citroën Berlingo Van em 2019, chegou a vez do ë-Jumpy ser premiado com o prestigiado título de “International Van of the Year 2021”.
  • A versão elétrica do modelo Jumpy traduz-se numa solução prática e adaptada às necessidades de profissionais, comunidades e associações. Permite-lhes uma grande versatilidade de utilização graças à sua autonomia máxima de 330 km (ciclo WLTP) e à possibilidade de livre acesso a áreas urbanas regulamentadas, ao mesmo tempo em que ajuda a preservar a qualidade do ar e otimizar os custos de utilização.
  • A motorização elétrica do ë-Jumpy aumenta os níveis de prazer de condução e de conforto a bordo. A integração das baterias foi projetada de modo a preservar toda a performance da sua proposta de base, uma referência no seu segmento.
  • Este galardão reconhece o savoir-faire da Citroën no domínio dos veículos comerciais e a estratégia proativa de eletrificação da sua gama, de modo a enfrentar os novos desafios da mobilidade.

Ë-JUMPY ELEITO “INTERNATIONAL VAN OF THE YEAR 2021”

O Citroën ë-Jumpy acaba de ser distinguido como prestigiante título de “International Van of the Year 2021”. A modernidade do seu estilo, o seu conforto a bordo, as suas qualidades dinâmicas e as suas capacidades de carregamento, aliadas aos benefícios da melhor tecnologia elétrica, seduziram um painel de jurados composto por 24 jornalistas e editores de revistas independentes, especializadas em veículos comerciais ligeiros (VCL), incluindo o português Fausto Monteiro Grilo. Este prémio dos membros do júri I-VOTY colocou em destaque a relevância desta oferta voltada para a transição energética e adaptada à utilização dos operadores profissionais. Destaque-se que é a sexta vez na história deste cobiçado prémio que a Citroën conquista o título de “International Van of the Year”.

OS PONTOS-CHAVE DO SUCESSO DO Ë-JUMPY

O novo Citroën ë-Jumpy dispõe do mesmo conjunto de mais valias da versão térmica de que deriva, quer em termos de caracter, como de dimensões, de volume de carga e de carga útil, acrescendo a tudo isso o suplemento decorrente do conforto associado à eletricidade:

Polivalência de utilização:

Os profissionais podem optar pela autonomia que pretendem para o seu veículo, adequando-o às suas missões diárias. São propostos dois níveis de autonomia que abarcam a maioria das necessidades dos profissionais deste segmento, seja para ir a um local de construção, fazer uma entrega ou transportar pessoas: 230 km no ciclo WLTP com uma bateria de 50 kWh ou 330 km com uma bateria de 75 kWh.

Com a eletrificação deste furgão compacto, a liberdade de acesso aos centros urbanos torna-se possível em qualquer zona, permitindo cobrir maiores trajetos.

Prazer de condução:

O ë-Jumpy amplifica o conforto, em especialmente pelo prazer de condução proporcionado e pela ausência de ruídos ou vibrações. O seu motor de 100 kW permite atingir uma velocidade de 130 km/h, com toda a fluidez e com um binário disponível de imediato logo no arranque e sem passagens de caixa, fatores ideais para restabelecer a serenidade num contexto profissional de elevada ocupação.

Facilidade de utilização:

O ë-Jumpy é facilmente recarregado através de uma tomada doméstica (cabo tipo 2 numa tomada comum 8A ou reforçada 16ª, com uma caixa do tipo Green’Up), ou através de um posto de carregamento privado ou público (cabo do tipo 3 – 32ª, numa Wallbox), ou ainda através de um carregador super-rápido de um posto de carregamento público, permitindo-se recarregar 80% da sua bateria em apenas 30 minutos. O touchscreen de 7 polegadas do ë-Jumpy fornece acesso às informações elétricas do veículo: fluxo de energia, estatísticas de consumos, carga diferida, pré-condicionamento térmico.

O melhor do Jumpy

Nada foi deixado de lado em termos das prestações que, na respetiva versão térmica, já facilitam o quotidiano dos profissionais. O novo ë-Jumpy está disponível em todas as silhuetas, com 3 comprimentos possíveis e uma altura de 1,90 m, permitindo-lhe aceder a todos os parques de estacionamento, conta com os mesmos volumes e carga útil, também mantendo a sua modularidade idêntica à da versão térmica: até 6,6 m3 de volume útil, 1275 kg de carga útil, largura de carga de 1,25 m entre as proteções da cavas das rodas no compartimento de carga, Moduwork, etc.

Como qualquer bom comercial ligeiro, o modelo foi projetado para profissionais e artesãos, mantendo-se contidos os seus custos de utilização.

A Citroën ilustra, de novo, o seu enorme savoir-faire no domínio dos comerciais ligeiros e sua disposição em fornecer respostas concretas aos seus clientes. Neste período de transição energética, o novo Citroën ë-Jumpy apresenta-se como uma ferramenta indispensável para profissionais, comunidades e associações. Combina o melhor das comprovadas prestações do modelo Jumpy, associando-lhe os benefícios da motorização elétrica, através de mais comodidade, conforto, liberdade de movimento ou redução de custos de utilização.

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